Palavras...leva-as o vento...para outras paragens, para outras almas. Tudo pelo prazer de comunicar. Uma questão de partilha.
quarta-feira, 27 de julho de 2011
4 anos
Hoje faz 4 anos que vivemos cá em casa, juntos. 4 anos que este é o nosso cantinho. Apesar de algumas situações menos agradáveis, tem sido o nosso refúgio, no qual já vivemos momentos muito felizes, a dois, a três e também com as outras pessoas muito importantes da nossa vida - família e amigos. Sem dúvida, uma data a celebrar.
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Mais do que uma contagem de tempo...
E Julho já cá canta!Ou melhor: escreve...Estive a escrever agora algo que já andava há algum tempo para escrever. Soube-me bem. A escrita está para mim, como o Sol para o Verão. Preciso dela. Até posso aguentar uns dias sem ela, mas não é a mesma coisa!...
Nem sempre sai bem, nem sempre apetece, nem sempre se consegue. Como diria a minha Amiga Lua, é, por vezes, um processo complexo. Mesmo assim, é uma das minhas paixões. Entre outras coisas na minha vida, escrever é um outro modo de fazer com que a minha vida faça diferença.
Tenho reflectido muito acerca da minha postura na vida. Há dias em que me parece que o meu tempo é tão mal aproveitado. Sinto que o trabalho que faço é tão inútil e que a minha energia está a ser desperdiçada, quando a poderia usar para ajudar a tratar de causas mais nobres. Quando vou a conduzir para ir trabalhar e vejo amigos de 4 patas abandonados, fico destroçada e ainda mais revoltada, porque parece que eles certamente iriam apreeciar mais o meu trabalho e a minha companhia do que certos bichos humanos com quem me deparo diariamente. Depois, penso um pouco mais e vejo que também uso energia em coisas muito importantes. Pelo menos, tento fazer a diferença, quase sempre guiada pela minha intuição. Vivo muito tudo, o que não é fácil. Sou muito "transparente", num mundo em que a honestidade escasseia e, no qual, é uma luta constante ser-se autêntica e "sobreviver" em simultâneo. Sou assim...rio muito, choro muito, sorrio imenso, grito, sussurro, fico calada (muito poucas vezes!...), revolto-me, contemplo, espero, desespero, compreendo, tolero, manifesto-me, abstenho-me, falo calada, ajudo, complico, erro, levanto-me, caio e volto a levantar-me. Sou. Quero ser mais. Quero crescer. Orgulho-me realmente disso.
Vivo muito além de somente existir. Luto. Vivo... para que esta minha vida seja mais do que uma simples contagem de tempo.
Nem sempre sai bem, nem sempre apetece, nem sempre se consegue. Como diria a minha Amiga Lua, é, por vezes, um processo complexo. Mesmo assim, é uma das minhas paixões. Entre outras coisas na minha vida, escrever é um outro modo de fazer com que a minha vida faça diferença.
Tenho reflectido muito acerca da minha postura na vida. Há dias em que me parece que o meu tempo é tão mal aproveitado. Sinto que o trabalho que faço é tão inútil e que a minha energia está a ser desperdiçada, quando a poderia usar para ajudar a tratar de causas mais nobres. Quando vou a conduzir para ir trabalhar e vejo amigos de 4 patas abandonados, fico destroçada e ainda mais revoltada, porque parece que eles certamente iriam apreeciar mais o meu trabalho e a minha companhia do que certos bichos humanos com quem me deparo diariamente. Depois, penso um pouco mais e vejo que também uso energia em coisas muito importantes. Pelo menos, tento fazer a diferença, quase sempre guiada pela minha intuição. Vivo muito tudo, o que não é fácil. Sou muito "transparente", num mundo em que a honestidade escasseia e, no qual, é uma luta constante ser-se autêntica e "sobreviver" em simultâneo. Sou assim...rio muito, choro muito, sorrio imenso, grito, sussurro, fico calada (muito poucas vezes!...), revolto-me, contemplo, espero, desespero, compreendo, tolero, manifesto-me, abstenho-me, falo calada, ajudo, complico, erro, levanto-me, caio e volto a levantar-me. Sou. Quero ser mais. Quero crescer. Orgulho-me realmente disso.
Vivo muito além de somente existir. Luto. Vivo... para que esta minha vida seja mais do que uma simples contagem de tempo.
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Sentido
Acabei de fazer uma pequena reflexão acerca de um pequeno acontecimento do meu dia. Há minutos, salvei uma borboleta que estava há pelo menos 1 dia na porta do prédio onde moro, do lado interior. Ela estava presa e eu, simplesmente, apanhei-a e suavemente, deixei-a a voar do lado de fora, desse lado onde tudo o resto acontece. Ela resistiu bastante antes de eu a conseguir apanhar, qual pessoa pensante, com medo da morte ou de ser ferida pelas minhas mãos. Na vida, nós bichos humanos, fazemos tantas vezes o mesmo, pensamos que o que nos acontece tinha o objectivo de nos complicar a vida, por vezes, de modo fatal. Não será tudo ao contrário? A minha acção ajudou a borboleta a seguir o seu caminho, pois era isso que ela procurava e não conseguia encontrar, pois havia um vidro a separá-la disso. Na vida, as coisas que fazemos uns aos outros e as outras que acontecem, sem que nos apercebamos da sua verdadeira causa e do seu propósito, têm, para mim, um sentido maior que ultrapassa a nossa compreensão. Talvez. Eu acredito nisso. Portanto, por pior que tudo nos pareça, muitas vezes, provavelmente são os tais pontos negros na página branca, necessários e fundamentais para que tudo flua no Universo em equilíbrio. Nós é que nos esquecemos de ver o resto da folha que é tão maior!
terça-feira, 21 de junho de 2011
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