Na 3ª feira passada, cumpri a tradição: fui à Feira do Livro. Valeu a pena. Fui com a intenção de nada comprar (é a crise!...e ainda tenho alguns livros por ler...), mas não resisti, até porque apanhei boas promoções, na hora H. Relativamente ao ano anterior, acho que houve uma ligeira melhoria no que toca ao espaço de leitura existente. De resto, a LEYA continua a marcar pontos. A Porto Editora este ano também me pareceu melhor, à imitação do conceito da LEYA...
Livros escolhidos: Cão como nós de Manuel Alegre, O quase fim do mundo de Pepetela, mais um volume da colecção BD do Astérix, e um policial de Agatha Christie (Os cinco suspeitos).
Palavras...leva-as o vento...para outras paragens, para outras almas. Tudo pelo prazer de comunicar. Uma questão de partilha.
quinta-feira, 17 de junho de 2010
sábado, 12 de junho de 2010
Sinto...
logo existo.
Quero tanto mais, sinto tanto mais. Penso demais.
Sinto que posso fazer tanto mais. Que sou capaz.
Sinto-me quase a perder tempo. O tempo, essa coisa estranha.
Mas talvez não seja assim.
«Talvez a paciência não seja mais que um modo de ganhar tempo.»
Diego Martínez Lora
E talvez assim, com paciência, o tempo não se perca...
Quero tanto mais, sinto tanto mais. Penso demais.
Sinto que posso fazer tanto mais. Que sou capaz.
Sinto-me quase a perder tempo. O tempo, essa coisa estranha.
Mas talvez não seja assim.
«Talvez a paciência não seja mais que um modo de ganhar tempo.»
Diego Martínez Lora
E talvez assim, com paciência, o tempo não se perca...
Dia importante
Hoje é um dia importante: faz 30 anos que nasceu a pessoa mais importante da minha vida, a pessoa com quem partilho e quero continuar a partilhar a minha vida em todas as dimensões. A pessoa com quem me irrito, com quem me revolto por vezes, com quem discuto, a quem magoo. A pessoa com quem fico triste, de quem sinto falta, que me faz chorar, que me faz sorrir, que me faz rir, que me faz sonhar, que me faz ser paciente, que me faz desesperar. A pessoa que me desilude e que me surpreende também. A pessoa com quem vivi pequenos grandes momentos, os melhores até agora...A pessoa real e aquela que imagino e tento mudar. A pessoa que me tenta mudar também. A pessoa que respira o meu ar. A pessoa que é o meu mar, a minha areia, a minha praia. O ser que é água salgada e doce que me refresca e me preenche. O meu sossego, a minha paz. A minha garra, a minha fortaleza. O meu doce embalar. O meu girassol.
O meu arco-íris, a luz num suave e poderoso refractar. E podia continuar...
E continuo. A pensar, a sentir e a escrever. Provavelmente, escrevo desde que me conheço...mas há uma data especial que eu marquei como sendo aquela em que comecei a escrever algo mais, em que me comecei a dedicar a escrever...Talvez a data em que me apercebi do gosto que sinto quando escrevo e que até escrevo algo de inteiro, algo de útil para quem quer que seja, pelo menos para mim. Essa data foi precisamente o dia 12 de Junho (de 2006).
O meu arco-íris, a luz num suave e poderoso refractar. E podia continuar...
E continuo. A pensar, a sentir e a escrever. Provavelmente, escrevo desde que me conheço...mas há uma data especial que eu marquei como sendo aquela em que comecei a escrever algo mais, em que me comecei a dedicar a escrever...Talvez a data em que me apercebi do gosto que sinto quando escrevo e que até escrevo algo de inteiro, algo de útil para quem quer que seja, pelo menos para mim. Essa data foi precisamente o dia 12 de Junho (de 2006).
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Patriotismo contemporâneo
Hoje comemora-se o Dia de Portugal (e das comunidades, blá, blá, blá...) e também o dia de Camões, esse grande poeta nacional.
Enfim, é mais um dia dito importante...quanto mais não seja porque é feriado e a maioria das pessoas não trabalha.
Nestes dias, nestes tempos, sinto-me menos patriota. Ou será que poderei dizer que sinto uma espécie de patriotismo moderno? Sinto-me cada vez mais uma cidadã do Mundo e menos portuguesa. Quem me conhece sabe o quanto sou agarrada a este jardim à beira-mar plantado e a tudo que ele representa para mim. É claro que o mais importante são as pessoas...também essas portuguesas!
Sou uma espécie de árvore, cujas raízes assumem particular importância. Porém, vivo um momento em que a terra (este jardim à beira-mar plantado) parece querer forçar-me a desenraizar e ir assentar arraiais para outra terra. Outra terra que mereça esta árvore tão forte que sou e que lhe dê um lugar para colocar as suas raízes, nem que seja temporariamente. Afinal, tudo é temporário nesta vida. Só a alma é eterna. E essa está sempre aqui...seja onde for.
Enfim, é mais um dia dito importante...quanto mais não seja porque é feriado e a maioria das pessoas não trabalha.
Nestes dias, nestes tempos, sinto-me menos patriota. Ou será que poderei dizer que sinto uma espécie de patriotismo moderno? Sinto-me cada vez mais uma cidadã do Mundo e menos portuguesa. Quem me conhece sabe o quanto sou agarrada a este jardim à beira-mar plantado e a tudo que ele representa para mim. É claro que o mais importante são as pessoas...também essas portuguesas!
Sou uma espécie de árvore, cujas raízes assumem particular importância. Porém, vivo um momento em que a terra (este jardim à beira-mar plantado) parece querer forçar-me a desenraizar e ir assentar arraiais para outra terra. Outra terra que mereça esta árvore tão forte que sou e que lhe dê um lugar para colocar as suas raízes, nem que seja temporariamente. Afinal, tudo é temporário nesta vida. Só a alma é eterna. E essa está sempre aqui...seja onde for.
Subscrever:
Mensagens (Atom)