Cada um de nós tem que encontrar os seus momentos e aquilo que quer fazer neles.
Também seria muito bom (eu diria até determinante!) para a humanidade encontrar o momento de fazer algo em conjunto, em união. Andamos todos muito separados, na cegueira de achar que sozinhos podemos tudo. Nos dias de hoje, cada vez mais "a união faz a força".
Palavras...leva-as o vento...para outras paragens, para outras almas. Tudo pelo prazer de comunicar. Uma questão de partilha.
sexta-feira, 20 de abril de 2012
sábado, 14 de abril de 2012
Pintura
Ontem, dediquei-me à pintura:
O Bambu é uma planta extremamente resistente e flexível.
"Depois do ataque a Nagasaki, o bambu foi a primeira planta a crescer novamente.
Uma semente de bambu pode formar uma floresta de bambus em 30 ou quarenta anos."
Extraído da Wikipedia
O Bambu é uma planta extremamente resistente e flexível.
"Depois do ataque a Nagasaki, o bambu foi a primeira planta a crescer novamente.
Uma semente de bambu pode formar uma floresta de bambus em 30 ou quarenta anos."
Extraído da Wikipedia
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Jazz no Clube Literário do Porto
No passado sábado, tive o privilégio de assistir à atuação dos Sara Miguel Quarteto, neste dia só em dueto com a Sara Miguel acompanhada ao piano pelo Ricardo Pinto. Boa música! Apreciem uma pequena amostra em http://www.youtube.com/watch?v=i3SlviC8Hw8
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
"Fragmentos do tempo"
Foi este o título da exposição que tive o privilégio de visitar ontem, na Casa Andresen, no Porto. Tratava-se de uma exposição do trabalho de fotografia de Harold Edgerton, em comemoração do centenário da FCUP. Devo dizer que foi uma boa experiência, pois o trabalho que este senhor fez é magnífico e deu um grande contributo à ciência, permitindo-nos observar pormenores que, de outra forma, seria impossível. Através do uso da luz estroboscópica, Edgerton conseguiu "parar" movimentos, imortalizando-os e tornando percetíveis fenómenos invisíveis ao olho humano. Aprendi, por exemplo, que uma bola de sabão, quando penetrada por um objeto pontiagudo, rebenta apenas quando esse objeto a atravessa quase completamente e não de imediato, ao tocar-lhe. Sabemos hoje que as asas de um colibri batem cerca de 70 vezes por segundo, graças às técnicas usadas por este senhor. Para além disso, era notória a paixão que manifestava pela fotografia, patente nas imagens captadas, algumas das quais realmente sublimes.
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