quarta-feira, 9 de junho de 2010

Bodas de algodão


Diz-se que hoje fazemos bodas de algodão...
Há dois anos atrás, estava a preparar-me para a grande festa. Já devia estar quase na fase da maquilhagem e já devia ter tirado os magníficos rolos do cabelo.
O tempo também estava bem diferente: estava um dia quente e solarengo. Vivi momentos extremamente agradáveis, emotivos. Enfim. Únicos.
Quando entrei na quinta e, em particular, enquanto me dirigia à zona da cerimónia, de braço dado com o meu pai, ao ver todos aqueles rostos amigos, com os seus trajes de festa, senti algo impossível de exprimir por palavras.
Os abraços, as lágrimas, os sorrisos, os risos e gargalhadas, a comida, a bebida, a música... Tudo cheio de energia, a energia que só o amor pode proporcionar.
Foi um momento de celebração do amor a todos os níveis. Um dia lindo que jamais esquecerei.
E que o simbólico arco-íris que reinou naquele momento, continue resplandecente na nossa alma e na alma de todos os Amigos.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Porquê?

Porque é que eu não posso ter o privilégio de fazer algo que gosto e ser suficientemente e justamente paga por isso? Porque não tive ainda essas duas coisas em simultâneo na minha vida? Porquê? Porquê? Porquê?!...

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Viver no presente

Cada vez mais se assiste a uma forçada mudança de atitude humana no que diz respeito à vida e ao modo como a encaramos. Parece-me que nos últimos anos essa mudança tem sido quase abrupta. Provavelmente, é uma ilusão do meu pensamento ou apenas a minha experiência pessoal. Mas que essa mudança está a ocorrer é um facto.
Antes, as pessoas tinham a vida totalmente planeada, havia possibilidade (com probabilidade elevada de acontecer) de fazer planos a longo prazo. Agora, as pessoas vêem-se em situações tais que não conseguem fazer planos nem sequer a médio prazo.
É evidente que ter a vida toda planeada, como se de um livro já escrito se tratasse não é nada inspirador para mim. Além disso, quando me refiro a esses tempos de antigamente, tenho em atenção que o inesperado também acontecia e com ele a destruição de muitos planos. No entanto, a nossa vida actual remete, a meu ver, para o extremo oposto (ou muito perto) dessa perspectiva. Talvez seja uma forma de quebrar o gelo da condição humana, no que toca ao materialismo, à ignorância e à ansiedade que viver de olhos pregados no futuro nos causa. Talvez a humanidade precise desse choque para depois equilibrar. Afinal, todas as reacções tendem para o equilíbrio, certo?
Aguardo pelo tal equilíbrio, lutando por me adaptar a viver mais intensamente e exclusivamente o momento presente.

terça-feira, 1 de junho de 2010

O melhor do Mundo

Já lá dizia Pessoa: "o melhor do Mundo são as crianças"

Continuo a ser criança. Espero continuar no futuro.

No futuro, espero também poder trabalhar mais com crianças, cumprindo o meu sonho e uma espécie de missão...
Espero também gerar uma criança um dia destes.