Pois é. Já não escrevo aqui há bastante tempo.
Não há propriamente uma razão, para além da falta de espaço mental para me dedicar a tal.
Tenho reflectido sobre a minha vida actual e há algo que realmente me incomoda: o meu trabalho. É verdade! Sobretudo questiono o facto de passar a semana a desejar que chegue a 6ª feira e, no domingo, começar a ficar deprimida com a eminência de uma nova semana de trabalho. Por mais que me esforce, não consigo ficar muito animada durante a semana de trabalho.
Será que vai ser sempre assim? Prefiro acreditar que não. Talvez se gostasse um pouco mais daquilo que ando a fazer, as coisas fossem diferentes, acredito mesmo nisso. Daí andar a lutar para mudar este pormenor importante e incómodo na minha vida.
De resto, acredito que mais tarde ou mais cedo, vou conseguir.
Palavras...leva-as o vento...para outras paragens, para outras almas. Tudo pelo prazer de comunicar. Uma questão de partilha.
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
quarta-feira, 28 de maio de 2008
Sugestão...
Noutro dia, vi um filme que achei muito interessante e que me tocou pela forma simples com que abordou o conteúdo e seu significado. Chama-se "August Rush" e fala sobre algo muito importante nas nossas vidas: a música.
Vejam e apreciem!
Vejam e apreciem!
sexta-feira, 28 de março de 2008
Chuva
Vai pingando água
líquido sagrado da natureza;
lavam-se a dor e a mágoa,
permanecem réstias de tristeza.
Chuva jovem sem norte,
aguaceiros caídos do céu,
chuva madura e forte,
soltando das nuvens o véu.
Surge como real perigo
nas garras de um temporal.
Não é crime, nem castigo,
é apenas natural.
líquido sagrado da natureza;
lavam-se a dor e a mágoa,
permanecem réstias de tristeza.
Chuva jovem sem norte,
aguaceiros caídos do céu,
chuva madura e forte,
soltando das nuvens o véu.
Surge como real perigo
nas garras de um temporal.
Não é crime, nem castigo,
é apenas natural.
terça-feira, 25 de março de 2008
Sentidos
Ouves o som do silêncio,
o silêncio musical
do tempo que passou,
dos anos a contar?
Consegues escutar?
Vês o escuro colorido
do céu nocturno
iluminado só para nós
e para o resto do Mundo?
Sentes o aroma fresco,
o cheiro quente
da minha pele na tua pele,
o sabor salgado
e meio adocicado
dos beijos e das carícias,
das pequenas gigantes delícias
criadas para partilhar?
Sentes a brisa perfumada
dos momentos passados,
do tempo ainda a contar?
Consegues sentir?
Consegues apreciar?
Uma taça de cerejas
prontas a trincar.
Uma borboleta colorida
por aqui a esvoaçar.
Um café quente,
os sorrisos da gente
à luz do luar
e da chama da vela
acesa para iluminar,
aquecendo a alma,
aconchegando o coração
que vai batendo ao ritmo da vida
na maravilha de amar.
o silêncio musical
do tempo que passou,
dos anos a contar?
Consegues escutar?
Vês o escuro colorido
do céu nocturno
iluminado só para nós
e para o resto do Mundo?
Sentes o aroma fresco,
o cheiro quente
da minha pele na tua pele,
o sabor salgado
e meio adocicado
dos beijos e das carícias,
das pequenas gigantes delícias
criadas para partilhar?
Sentes a brisa perfumada
dos momentos passados,
do tempo ainda a contar?
Consegues sentir?
Consegues apreciar?
Uma taça de cerejas
prontas a trincar.
Uma borboleta colorida
por aqui a esvoaçar.
Um café quente,
os sorrisos da gente
à luz do luar
e da chama da vela
acesa para iluminar,
aquecendo a alma,
aconchegando o coração
que vai batendo ao ritmo da vida
na maravilha de amar.
Escrito em 18 de Março de 2008
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