quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Reflexão

Pois é. Já não escrevo aqui há bastante tempo.



Não há propriamente uma razão, para além da falta de espaço mental para me dedicar a tal.



Tenho reflectido sobre a minha vida actual e há algo que realmente me incomoda: o meu trabalho. É verdade! Sobretudo questiono o facto de passar a semana a desejar que chegue a 6ª feira e, no domingo, começar a ficar deprimida com a eminência de uma nova semana de trabalho. Por mais que me esforce, não consigo ficar muito animada durante a semana de trabalho.

Será que vai ser sempre assim? Prefiro acreditar que não. Talvez se gostasse um pouco mais daquilo que ando a fazer, as coisas fossem diferentes, acredito mesmo nisso. Daí andar a lutar para mudar este pormenor importante e incómodo na minha vida.

De resto, acredito que mais tarde ou mais cedo, vou conseguir.

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Sugestão...

Noutro dia, vi um filme que achei muito interessante e que me tocou pela forma simples com que abordou o conteúdo e seu significado. Chama-se "August Rush" e fala sobre algo muito importante nas nossas vidas: a música.

Vejam e apreciem!

sexta-feira, 28 de março de 2008

Chuva


Foto de Vítor M.

Vai pingando água
líquido sagrado da natureza;
lavam-se a dor e a mágoa,
permanecem réstias de tristeza.

Chuva jovem sem norte,
aguaceiros caídos do céu,
chuva madura e forte,
soltando das nuvens o véu.

Surge como real perigo
nas garras de um temporal.
Não é crime, nem castigo,
é apenas natural.

terça-feira, 25 de março de 2008

Sentidos

Ouves o som do silêncio,
o silêncio musical
do tempo que passou,
dos anos a contar?
Consegues escutar?
Vês o escuro colorido
do céu nocturno
iluminado só para nós
e para o resto do Mundo?

Sentes o aroma fresco,
o cheiro quente
da minha pele na tua pele,
o sabor salgado
e meio adocicado
dos beijos e das carícias,
das pequenas gigantes delícias
criadas para partilhar?

Sentes a brisa perfumada
dos momentos passados,
do tempo ainda a contar?

Consegues sentir?
Consegues apreciar?

Uma taça de cerejas
prontas a trincar.
Uma borboleta colorida
por aqui a esvoaçar.
Um café quente,
os sorrisos da gente
à luz do luar
e da chama da vela
acesa para iluminar,
aquecendo a alma,
aconchegando o coração
que vai batendo ao ritmo da vida
na maravilha de amar.

Escrito em 18 de Março de 2008